Há algumas sutilezas sobre a morte do papa Francisco que valem a pena ser destacadas.

A primeira foi o dia que ele “decidiu” voltar à casa do Pai:  dia 21 de abril, uma segunda-feira, o dia seguinte ao Domingo de Páscoa, a principal data para os cristãos.

Francisco poderia ter falecido na quinta-feira, dia do Lava-pés; na sexta-feira, dia da Paixão do Senhor, ou no sábado, dia da maior celebração da Igreja Católica, a Vigília Pascal.

Ele, porém, “preferiu” passar tudo isso para não misturar as estações, para não tirar Jesus do centro das atenções e para não causar “confusão” na Semana Santa.

Na madrugada de segunda-feira, começava um novo tempo, e agora, Francisco já estava pronto para a partida.

Outra sutileza está exatamente no Evangelho desta segunda-feira, dia 21 de abril: Mt 28, 8-15. O Evangelho descreve que Maria Madalena e a outra Maria foram ao sepulcro onde Jesus foi colocado, mas Ele não estava mais lá. 

E o que Jesus diz àquelas mulheres? “Alegrai-vos!”

A alegria foi uma das características mais marcantes do pontificado do papa Francisco. E foi também tema do primeiro documento elaborado por ele, A Alegria do Evangelho.

A palavra alegria foi destaque até no Evangelho do dia de sua volta ao Pai. Mera coincidência?